Em defesa do Código Florestal

Posted In: . By Iub livre



Os parlamentares da comissão especial que discute alterações no Código Florestal devem votar, no mês de junho, o relatório final de mudanças na legislação. Denunciamos que o relatório deve atender apenas aos interesses dos ruralistas, pela ausência de um debate amplo sobre o tema. Eles pretendem consolidar o desmatamento que já promoveram no Cerrado, Mata Atlântica, Pampas e Caatinga e avançar na destruição da Amazônia.
O Código Florestal é uma barreira ao avanço do agronegócio, porque impõe limites à devastação ambiental na atividade agrícola, com a aplicação da Reserva Legal (RL) e das Áreas de Preservação Permanente (APP). A reserva legal é de 80%, na Amazônia; 35%, no Cerrado e 20% nas outras propriedades.
A flexibilização da legislação ambiental, defendida pela bancada ruralista, é de interesse do agronegócio, das empresas transnacionais da agricultura e do capital financeiro, que quer acabar com as exigências em termos de áreas e percentuais em relação a Áreas de Preservação Permanente e a Reserva Legal. Aí estão os instrumentos legais que o agronegócio quer eliminar do seu horizonte.
O setor ruralista age da seguinte forma: ignora as determinações do Código Florestal para derrubar as florestas; quando são pegos com a motosserra na mão, culpam a rigidez da legislação em vigor e, por fim, mobilizam seus parlamentares para derrubar esses "obstáculos".
A Via Campesina definiu propostas para um profundo programa ambiental para o campo brasileiro. Antes de qualquer medida, defendemos a manutenção do Código Florestal, que deve ser cumprido de forma a implementar uma agricultura camponesa sustentável.
Fazemos parte da campanha pelo "Desmatamento Zero" para interromper a devastação florestal imediatamente. Para as áreas de Reforma Agrária, propomos aos governos um programa amplo para reflorestamento com árvores nativas, a construção de agroflorestas e um programa de Educação Ambiental.
Estamos nos articulando com outros movimentos sociais e ambientalistas para impedir que mais essa manobra contra o meio ambiente seja aprovada pelos setores conservadores. Defendemos a integração entre as florestas e a produção de alimentos saudáveis para a população do país.


 
















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Defendemos a manutenção do Código Florestal. Temos a mesma posição do MST. As mudanças propostas pelo governo Lula e tão bem advogadas pelos "comunistas" do PCdoB só interessam aos senhores do agronegócio, que não dão a mínima para a diversidade da fauna e flora no Cerrado, Pantanal e Amazônia.  O Partido dos Trabalhadores e o Partido Comunista do Brasil representa os interesses do grande capital e não os nossos!

Partido Comunista Brasileiro - Itumbiara



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"Código Florestal deve ser preservado”

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Igor Felippe Santos

Da Página do MST
Os parlamentares da comissão especial que discute mudanças no Código Florestal devem votar, no começo do mês de junho, o relatório final do deputado federal Aldo Rebelo (PcdoB-SP). Na avaliação dos movimentos sociais do campo e das organizações ambientalistas, o relatório deve atender aos interesses dos ruralistas, pela ausência de um debate amplo sobre o tema.
“Os objetivos dos ruralistas são claros: consolidar o desmatamento que já promoveram no Cerrado, Mata Atlântica, Pampas e Caatinga; avançar na destruição da Amazônia e consolidar as áreas que já desmataram”, avalia Luiz Zarref, engenheiro florestal, especialista em agroecologia e militante do MST, em entrevista à Página do MST.
Essa comissão foi instalada em outubro para analisar o projeto do ex-deputado Sérgio Carvalho sobre um novo código. No processo de instalação, os ruralistas conseguiram o controle da comissão e passaram a comandar o ritmo do debate.
O Código Florestal é considerado uma barreira ao avanço do agronegócio, porque impõe limites à devastação ambiental na atividade agrícola, com a aplicação da Reserva Legal (RL) e das Áreas de Preservação Permanente (APP). A reserva legal é de 80%, na Amazônia; 35%, no Cerrado e 20% nas outras propriedades.
“A Via Campesina defende a manutenção do Código Florestal. Essa é uma legislação inovadora, a primeira no mundo que impõe limites ambientais à propriedade privada, privilegiando a sociedade em vez do indivíduo”, afirma Zarref.
Abaixo, leia a entrevista com o militante do MST.
Qual a sua avaliação do trabalho da comissão especial que discute mudanças no Código Florestal?
A Comissão Especial já nasceu de forma equivocada. Uma lei complexa e tão importante para o país necessita de um debate efetivamente democrático e com tempo disponível para que se construa uma reflexão aprofundada. Entretanto, o que se viu foi a criação deste espaço com grande pressão dos ruralistas, os quais exigem pressa na apresentação do relatório antes do período eleitoral, para que possam faturar politicamente. Com a presidência da Comissão nas mãos de um ruralista nato, e com as reiteradas defesas do agronegócio feitas pelo deputado Aldo Rebelo, a Comissão se furtou do debate democrático.
Quais os objetivos dos ruralistas?
Os objetivos dos ruralistas são claros: consolidar o desmatamento que já promoveram no Cerrado, Mata Atlântica, Pampas e Caatinga; avançar na destruição da Amazônia e consolidar as áreas que já desmataram; avançar com monocultivos de árvores e palmáceas nas poucas áreas de conservação que sobrarem;
Como foi o andamento das sessões?
Optou por ouvir apenas pessoas - ONGs, ruralistas, Cooperativas, Municípios e Estados - que defendem abertamente a mudança do Código Florestal. Diversas pessoas que apresentam uma perspectiva de manutenção do código - incluindo o ministro do STJ Herman Benjamin e pesquisadores da USP - não foram ouvidas. Os movimentos populares também não foram. Por exemplo, uma grande articulação da sociedade civil de Ribeirão Preto, com mais de 80 entidade, dentre as quais a Via Campesina, não teve direito de ser expressar sua opinião na audiência pública que ocorreu nesta cidade. Portanto, podemos afirmar que a Comissão Especial hoje cumpre um papel puramente eleitoreiro, pouco se preocupando com as reais necessidades de atualização da legislação atual.
Qual a posição dos movimentos sociais da Via Campesina?
A Via Campesina defende a manutenção do Código Florestal. Essa é uma legislação inovadora, a primeira no mundo que impõe limites ambientais à propriedade privada, privilegiando a sociedade em vez do indivíduo. Temos a clareza que, na realidade, o Código Florestal até hoje não foi implementado de fato. Já existem, na legislação atual, inúmeras garantias de assistência técnica, subsídio e flexibilização para a agricultura camponesa. O que precisamos garantir, portanto, é que sejam feitas regulamentações apropriadas sobre, por exemplo, o manejo da reserva legal, além da criação de uma robusta política pública para regularização ambiental das famílias camponesas, com assistência técnica especializada, recursos financeiros para implementação dos projetos de recuperação e garantia de comercialização para os produtos oriundos do manejo da RL e APP.
O que está em jogo nessa discussão?
Primeiramente, está em jogo a expansão da fronteira agrícola, já que o principal embate é sobre as Reservas Legais na região da Amazônia Legal. Além disto, há um grande lobby das empresas de celulose e das multinacionais que produzem óleo de palma (ou Dendê, no Brasil). Essa monocultura tem sido a responsável pela destruição de largas áreas de floresta tropical e expulsão de camponeses na Malásia e Indonésia e estão agora muito interessadas na região norte do Brasil. Em segundo lugar, está a necessidade de recuperação das áreas que já estão devastadas pelo agronegócio, principalmente as APPs, que são áreas de grande fragilidade ambiental. O agronegócio não tem interesses com a sustentabilidade - pode rapidamente retirar o dinheiro investido e levar para outro lugar, deixando os impactos e futuros desastres para as populações locais. E, em terceiro, estamos travando uma batalha entre o mito da natureza intocada e o paradigma agroecológico, da natureza produtiva.
Qual a natureza dessa batalha?
De um lado, alguns defendem a criação de parques isolado de comunidades e o cercamento de APPs e RL, impedindo seu manejo sustentável. Entretanto, essa proposta de preservação já demonstrou ser fracassada. As áreas que ainda hoje estão conservadas são áreas historicamente ocupadas por populações tradicionais, indígenas, quilombolas e camponeses. Há uma sabedoria milenar, que pode ser aliada aos avanços tecnológicos da agroecologia dos últimos 30 anos, que possibilita perfeitamente a interação entre produção e conservação nas áreas de RL, garantindo a soberania alimentar da região e do próprio país.
Como vem atuando as entidades ambientalistas e os movimentos sociais do campo?
Há um grande entendimento entre os movimentos do campo e os ambientalista de que é necessário mais tempo para que seja elaborada uma reflexão correta sobre o Código. Pela primeira vez na história dos debates, há uma real aproximação de setores do movimento ambientalista com movimentos camponeses. Apesar da CNA sempre montar seu discurso em cima dos camponeses, os movimentos do campo assumiram a dianteira do debate e em uma importante aliança com os ambientalista e pastorais sociais da Igreja, que defendem o código, exigindo que sejam criadas políticas públicas adequadas e regulamentação, em vez da destruição do ambiente pelas monoculturas.
O que os militantes sociais e ambientalistas podem fazer no próximo período?
É importante buscar a articulação de diferentes movimentos e entidades em cada região, onde se evidencie a importância da integração entre florestas e produção de alimentos saudáveis, garantindo assim uma "conservação produtiva". As áreas de RL podem ser as áreas da soberania alimentar das regiões, onde se produz alimentos saudáveis, por meio de sistemas agroflorestais. Também deve priorizar a denuncia do modelo devastador do agronegócio, e os impactos ambientais nos rios e nos solos que as monoculturas geram. Essa articulação entre movimentos do campo e da floresta com entidades ambientalistas é importante para construirmos uma proposta popular para o ambiente. Além disso, não podemos esquecer do período eleitoral. É importante que façamos denuncias dos deputados que estão comprometidos com a destruição do código florestal e do meio ambiente.

 

LONDRES (Reuters) - Os nove ativistas turcos mortos no incidente naval de segunda-feira na costa da Faixa de Gaza levaram juntos 30 tiros, e cinco deles foram alvejados na cabeça, disse o jornal britânico Guardian nesta sexta-feira.
As autópsias mostraram que quase todos os tiros foram de armas de 9 milímetros, disparados à queima-roupa, disse ao jornal Yalcin Buyuk, vice-presidente do Conselho Turco de Medicina Forense, responsável pelas autópsias.
Os ativistas participavam de uma frota naval que tentava levar mantimentos à Faixa de Gaza, furando assim o bloqueio imposto por Israel ao território palestino governado pelo grupo islâmico Hamas. Israel diz que seus soldados atiraram em defesa própria, depois de serem agredidos ao descerem de helicópteros, por cordas, no convés do navio Mavi Marmara.
De acordo com o Guardian, a autópsia revelou que um homem de 60 anos, Ibrahim Bilgen, levou quatro tiros --na têmpora, no peito, no quadril e nas costas.
Fulkan Dogan, de 19 anos, que tinha também cidadania norte-americana, recebeu cinco tiros a menos de 45 centímetros de distância: no rosto, na nunca, nas costas e dois na perna, relatou o jornal.
Dois outros homens levaram quatro tiros. Cinco dos mortos tinham perfurações na nuca ou nas costas, de acordo com Buyuk. Além dos nove mortos, 48 ativistas foram baleados, e seis continuam desaparecidos, relatou o legista ao jornal.
Israel diz que os múltiplos ferimentos não desmentem a tese da defesa própria.
"A única situação em que um soldado atirou foi quando estava claramente em uma situação de ameaça à sua vida", disse ao Guardian um porta-voz da embaixada israelense em Londres. "Puxar o gatilho rapidamente pode resultar em alguns projéteis ficando no mesmo corpo, mas não muda o fato de que eles (soldados) estavam em uma situação de ameaça à vida."
O presidente do Conselho de Medicina Forense em Istambul, Haluk Ince, disse ao jornal que havia só um caso de uma vítima com um único ferimento de bala, na testa e disparado de longe. Nos outros casos, havia pelo menos duas perfurações em cada corpo.
Também segundo Ince, só uma bala recuperada não era calibre 9 milímetros. Sobre esta, ele disse: "Foi a primeira vez que vimos esse tipo de material usado em armas de fogo. Era só um invólucro incluindo muitos tipos de projéteis normalmente usados em espingardas. Ela penetrou na região da cabeça, na têmpora, e a achamos intacta no cérebro."
A Turquia costumava ser o principal aliado de Israel no mundo islâmico, mas Ancara reagiu com indignação ao incidente de segunda-feira, e nesta sexta-feira elevou o tom da sua retórica ao acusar o Estado judeu de estar traindo sua própria lei bíblica.
(Reportagem de Adrian Croft)

 

Em tempos de crise econômica, inversões bilionárias a bancos, diminuição de impostos das empresas em dificuldades, surge um grupo impertinente que continua exigindo do Poder Público algo absurdo: um piso salarial mínimo digno em todo país.



Inúmeros ACS e ACEs que não ouvem os prefeitos, governadores e ministros falando sobre lei de responsabilidade fiscal, déficit orçamentário, crise econômica, sacrifício pela nação.



Audaciosos trabalhadores que vão a Brasília cometer os mais graves dos crimes na sociedade capitalista: Se unir, protestar e exigir! Falam até, em muitas cidades, em greve!



Nós, do Partido Comunista Brasileiro, nos orgulhamos por ver que há trabalhadores assim: corajosos, impacientes, guerreiros. Expressamos, nessa singela nota, nossa solidariedade com a sua luta e conclamamos todos os trabalhadores a exigir a aprovação imediata do PL 6111/09, que regulamento o piso nacional dos ACS e ACEs.

Nenhum direito a menos!

Avançar nas conquistas!

 

Assim não dá!

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SAIU NO FOLHA DE NOTÍCIAS!

Prefeitura não investiu o mínimo de 15% na saúde de Itumbiara.
Segundo o jornal, que o saldo devedor é de R$ 800 mil, ficando a aplicação em apenas 12,5%.
Até o final do ano, a conta tem que fechar!
Acho que agora dá para ter uma idéia porque tantas reclamações sobre o Hospital Municipal, por que os trabalhadores da saúde reclamam da falta de uniformes, EPIs e baixos salários:
Falta administração

 


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Crédito: Carlos Latuff
Clique na imagem para ampliar.

(Nota Política do PCB)

O Partido Comunista Brasileiro (PCB) manifesta seu repúdio e indignação diante do covarde ataque cometido por agentes do Estado terrorista de Israel, que agiram como verdadeiros piratas modernos contra a flotilha humanitária que levava remédios e suprimentos para a população bloqueada da Faixa de Gaza.

Trata-se de uma ação desumana e bárbara contra civis pacifistas, desarmados, realizada em águas internacionais, com o uso de barcos de guerra, forças especiais, helicópteros e armas pesadas. Foram assassinados cruelmente mais de 15 pacifistas e cerca de cinco dezenas ficaram feridos.

Este escandaloso massacre realizado pelos piratas israelenses faz parte da ofensiva sionista para calar todas as forças progressistas do mundo que clamam por uma paz justa na região e pela formação do Estado Palestino, livre e soberano. Além de uma violação ao direito internacional, esta agressão demonstra claramente para o mundo os métodos brutais com que o governo israelense trata não só os palestinos, mas todos os povos que se opõem à sua política de opressão na região. A impunidade de Israel é garantida por sua aliança com o imperialismo, sobretudo o norte-americano.

O Partido Comunista Brasileiro, coerente com sua ação internacionalista em defesa da liberdade dos povos, envia suas condolências às famílias dos pacifistas assassinados nessa ação selvagem, ao mesmo tempo em que manifesta sua profunda admiração por todos os pacifistas da Frotilha da Liberdade que, mesmo arriscando a própria vida, tiveram a coragem de expor ao mundo as atrocidades do bloqueio israelense por terra, mar e ar ao povo palestino na Faixa de Gaza.

Diante dessa barbaridade que envergonha o mundo, o Partido Comunista Brasileiro soma-se às forças progressistas que vêm emprestando irrestrita solidariedade ao povo palestino e dirige-se ao governo brasileiro no sentido de que rompa imediatamente todas as relações comerciais com Israel, expulse seu embaixador do Brasil e realize uma ação firme na ONU contra mais essa barbaridade cometida pelas forças sionistas.

Secretariado Nacional do PCB

31 de maio de 2010.

 

Os professores exigem respeito!

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No último dia 18 aconteceu uma audiência nas dependências da sede da Assoc. Comercial de Itumbiara entre trabalhadores da educação Municipal Sintego, Vereadores, Ministério Público e outros, com grande participação da parte interessada, dado a importância e a expectativa dos trabalhadores em relação ao pagamento do Piso Salarial Nacional dos Professores e a implantação do plano de carreira dos Administrativos por parte da Administração Municipal.


Essa luta já se arrasta há um bom tempo desde a criação da Lei 11.738/08 que estabelece o Piso Nacional para os Professores, ainda é possível encontrar resistências, questionamentos e falta de vontade política para a aplicação do que é garantido por lei. O que é importante é que a categoria tanto a nível nacional como local, não tem arredado o pé e topa fazer a luta que se fizer necessária para conquistar a aplicação da lei .


Em Goiânia a categoria bateu o pé e está em greve até que o Município apresente a proposta de pagamento de acordo com a Lei, houve assembleia hoje 25/05/10, e decidiram pela continuidade do movimento. Em Itumbiara na terça feira 18, apesar das expectativas dos presentes o que se viu mais uma vez foi discursos que só levaram a negação do que é de direito pretendido por todos os trabalhadores e defendido pelo Sindicato.

Más se você acha que a coisa parou por aí engana-se, acompanhe abaixo o que chegou nas Direções das Escolas do Município como forma de represália ao legitimo movimento:



Assunto: CORTE DE PONTO




Boa-tarde, senhoras diretoras!



Na proxima lista de frequência, (pagamento para o proximo mês) a



Secretária solicita que enviem as faltas dos profissionais que não



trabalharam no dia da audiência do sintego. explicando melhor. O



professor que tem 5 aulas e trabalhou até o recreio, enviar 2 faltas



. O professor que faltou periodo todo , 5 aulas e assim por diante

Muito obrigada!

Secretaria Mul. da Educação

Qualquer dúvidas, estamos à disposição







COMUNICADO




Senhoras Diretoras, favor encaminhar na frequência de JUNHO as faltas de todos os servidores (docente e administrativo), que deixaram de trabalhar no dia 18 de maio de 2010 (terça-feira), no período vespertino. Quaisquer dúvidas que surgirem favor entrar em contato na Secretaria Municipal da Educação.



Isso mesmo pelo menos dois ofícios chegaram as escolas falando do corte do ponto dos trabalhadores que atenderam ao chamado do Sintego, uma postura horrível e perseguidora por parte da Secretaria de Educação do Município, mas deixam claro que quando é para adotarem práticas anti-sindicais e perseguir trabalhadores agem como muita competência e celeridade.

Ocorre que os trabalhadores não fizeram esse ato a bel prazer, foram convocados por sua entidade representativa que é o Sindicato, é Direito do trabalhador participar de tais atos, principalmente quando se tem motivos fortes como é o caso.

O que precisa ser feito é respeitar a Lei do Piso, implementar o prometido Plano de Carreira e não tem que se falar em corte de ponto, pois está claro que por parte do Trabalhadores sempre houve disposição para o dialogo o que não está sendo demonstrado pela Sra. Secretária Mul. da Educação nesse ato.

O que é uma pena pois radicalismo nesse momento pode ser o que menos se precisa. Assim fechamos essa matéria condenando essa atitude, e enaltecemos a luta dos trabalhadores em Educação que nesse momento precisa se agrupar ainda mais entorno do seu Sindicato para fortalecer esse grande e importante desafio de fazer valer o que é Lei. Educação não se faz só com prédios e propaganda, é preciso valorizar o Profissional de verdade.